Anastácia Ottoni

tem 25, é viciada em café, astronomia, e vive em um mundo fantástico onde letras tem vida. Assim como Borges, acredita que o paraíso é uma espécie de livraria. Escreve para não morrer, ou para viver - não necessariamente na mesma ordem. Cursa Letras na PUC-RJ, trabalha como redatora, e tem certo fascínio pelo obscuro.

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